Oi aqui vou falar um pouco do meu dia dia com auxiliar de enfermeira e dar algumas dicas
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Sarna humana ou Escabiose
A escabiose, popularmente conhecida como sarna humana, é uma doença de pele contagiosa, que tem como agente etiológico um ácaro da espécie Sarcoptes scabiei.
A transmissão desse parasita ocorre por meio do contato direto entre os individuos e pelo compartilhamento de vestimentas. Esta afecção é comum entre os humanos e não está relacionado à falta de higiene, embora seja mais comum em ambientes de elevada aglomeração e pouco higiênicos.
Este ácaro alimenta-se de queratina, a proteína que compõe a camada externa da pele. Por conseguinte ao acasalamento, a fêmea deposita os ovos (em media seis por fêmea), que ecloedem após duas semanas.
Entre duas a seis semanas de ocorrido o contato com algum indivíduo contaminado ou com objetos pessoais do mesmo, surgem às manifestações clínicas. Como este ácaro perfura a pele do seu hospedeiro, isso causa lesões de pele (erupções), acompanhadas de intenso prurido, sendo este presente especialmente durante a noite.
As lesões apresentam-se como pequeno trajeto linear da cor da pele ou um pouco avermelhado, sendo que estas normalmente não são observadas, uma vez que o ato de coçar a torna irreconhecível. Na maior parte dos casos, são observados diminutos pontos escoriados ou cobertos por crostas. O ácaro em si não representa perigo, mas, devido à coceira, podem ocorrer infecções secundárias que podem ser graves, especialmente em pacientes portadores de doenças que afetam o sistema imune.
As áreas mais acometidas por esse parasita entre os dedos das mãos e dos pés, ao redor dos pulsos e cotovelos, nas axilas, na dobra do joelho e ao redor da cintura; todavia, pode afetar qualquer área do corpo. Em crianças pequenas e bebês é comum acometer as regiões da cabeça, pescoço e palmas das mãos.
Indivíduos que já foram acometidos pelo parasita no passado poderão desenvolver os sintomas dentre de poucos dias, pois já foram sensibilizados anteriormente, bem como apresentar sintomatologia mais branda.
O diagnóstico é obtido por meio do exame clínico, podendo ser confirmado através da visualização do ácaro pela microscopia.
O tratamento é realizado com inseticidas especiais ou escabicidas. Estes devem ser aplicados no corpo inteiro, exceto acima da linha do nariz e das orelhas, por aproximadamente 3 dias. É de extrema importância que a aplicação seja feita novamente após 7 a 10 dias para combater o ácaro oriundo dos ovos que não haviam eclodido durante a primeira aplicação. Alguns fármacos por via oral também são úteis na terapêutica dessa afecção, sendo estes em dose única, podendo ser necessária a repetição após 1 semana.
A família inteira e/ou parceiros devem ser submetidos a tratamento simultaneamente para que não haja uma reinfestação. Além disso, é importante ressaltar que as roupas, tanto de cama como as de uso pessoal, devem ser esterilizadas.
A transmissão desse parasita ocorre por meio do contato direto entre os individuos e pelo compartilhamento de vestimentas. Esta afecção é comum entre os humanos e não está relacionado à falta de higiene, embora seja mais comum em ambientes de elevada aglomeração e pouco higiênicos.
Este ácaro alimenta-se de queratina, a proteína que compõe a camada externa da pele. Por conseguinte ao acasalamento, a fêmea deposita os ovos (em media seis por fêmea), que ecloedem após duas semanas.
Entre duas a seis semanas de ocorrido o contato com algum indivíduo contaminado ou com objetos pessoais do mesmo, surgem às manifestações clínicas. Como este ácaro perfura a pele do seu hospedeiro, isso causa lesões de pele (erupções), acompanhadas de intenso prurido, sendo este presente especialmente durante a noite.
As lesões apresentam-se como pequeno trajeto linear da cor da pele ou um pouco avermelhado, sendo que estas normalmente não são observadas, uma vez que o ato de coçar a torna irreconhecível. Na maior parte dos casos, são observados diminutos pontos escoriados ou cobertos por crostas. O ácaro em si não representa perigo, mas, devido à coceira, podem ocorrer infecções secundárias que podem ser graves, especialmente em pacientes portadores de doenças que afetam o sistema imune.
As áreas mais acometidas por esse parasita entre os dedos das mãos e dos pés, ao redor dos pulsos e cotovelos, nas axilas, na dobra do joelho e ao redor da cintura; todavia, pode afetar qualquer área do corpo. Em crianças pequenas e bebês é comum acometer as regiões da cabeça, pescoço e palmas das mãos.
Indivíduos que já foram acometidos pelo parasita no passado poderão desenvolver os sintomas dentre de poucos dias, pois já foram sensibilizados anteriormente, bem como apresentar sintomatologia mais branda.
O diagnóstico é obtido por meio do exame clínico, podendo ser confirmado através da visualização do ácaro pela microscopia.
O tratamento é realizado com inseticidas especiais ou escabicidas. Estes devem ser aplicados no corpo inteiro, exceto acima da linha do nariz e das orelhas, por aproximadamente 3 dias. É de extrema importância que a aplicação seja feita novamente após 7 a 10 dias para combater o ácaro oriundo dos ovos que não haviam eclodido durante a primeira aplicação. Alguns fármacos por via oral também são úteis na terapêutica dessa afecção, sendo estes em dose única, podendo ser necessária a repetição após 1 semana.
A família inteira e/ou parceiros devem ser submetidos a tratamento simultaneamente para que não haja uma reinfestação. Além disso, é importante ressaltar que as roupas, tanto de cama como as de uso pessoal, devem ser esterilizadas.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
PEDRA NA VESÍCULA | Sintomas e cirurgia
A vesícula biliar é uma pequena bolsa em forma de pera, localizada no quadrante superior direito do abdômen, logo abaixo do fígado. Colelitíase é o nome que damos à presença de pedras dentro da vesícula, uma condição que pode ser assintomática em alguns casos, mas pode também provocar intensa dor abdominal se houver inflamação da vesícula.
Neste texto vamos abordar os seguintes tópicos sobre a vesícula:
Para que serve a vesícula.
Como surgem as pedras na vesícula.
Lama biliar
Fatores de risco para pedra na vesícula.
Quais são os sintomas da pedra na vesícula.
O que é colecistite.
Complicações da pedra na vesícula.
Qual é o tratamento para pedras na vesícula
Para que serve a vesícula?
A vesícula é uma pequena bolsa localizada abaixo do fígado, cuja principal função é armazenar a bile, um líquido amarelo-esverdeado, rico em colesterol, pigmentos e bicarbonato, produzido pelo próprio fígado. A bile é uma substância que auxilia na digestão das gorduras da alimentação.
Como age a bile?
A bile, após sua produção pelas células do fígado, é escoada pelos ductos hepáticos até as vias biliares, juntando-se a substâncias produzidas no pâncreas, formando, assim, um suco de enzimas essencial para a digestão dos alimentos. Esta mistura é lançada no duodeno, onde irá encontrar com os alimentos recém saídos do estômago.
Vias biliares - locais comuns de impactação do cálculo biliar (clique p/ampliar)
Como a bile é uma substância usada na digestão, não há necessidade de liberá-la para o duodeno quando não há comida saindo do estômago. Por isso, enquanto estamos de estômago vazio, a saída da via biliar fica fechada e toda a bile produzida é armazenada na vesícula biliar.
Portanto, quando estamos em jejum, a bile produzida pelo fígado fica sendo armazenada na vesícula. Quando comemos, a vesícula se contrai e expulsa a bile em direção às vias biliares, para que estas possam chegar ao duodeno.
A capacidade de armazenamento da vesícula é de mais ou menos 50 ml, o que não é muita coisa. A solução encontrada pelo organismo para suprir esta pequena capacidade de armazenamento foi concentrar ao máximo a bile para que ela, ao se dissolver no suco pancreático e aos alimentos, tenha uma ação muito potente. Para concentrar a bile, a vesícula começa a perder água, tornando-a cada vez mais espessa e muito mais forte do que a bile originalmente produzida pelo fígado.
Como surgem as pedras na vesícula (colelitíase)?
Múltiplas pedras na vesícula
O processo de concentração da bile na vesícula é feito de modo a torná-la mais espessa, porém, sem que a mesma se solidifique. As pedras na vesícula, chamadas de colelitíase ou cálculo biliar, surgem quando ocorre um desequilíbrio entre a quantidade de água e as substâncias presentes na bile. A pedra pode surgir quando a quantidade de água retirada da vesícula biliar for excessiva ou quando quantidade de substâncias na bile, como colesterol e pigmentos, estiver em quantidades exageradas, tornando-a saturada.
Lama biliar
A lama biliar é um estágio logo antes da solidificação da bile. É uma bile gelatinosa, muito espessa. Na maioria dos casos a lama biliar não causa sintomas e acaba sendo eliminada normalmente pela vesícula. A lama biliar é um achado comum na vesícula de mulheres grávidas. O problema da lama é que ela é um grande fator de risco para formação dos cálculos biliares, principalmente aqueles formados por colesterol. O paciente que tem lama está a um passo de formar pedras.
Fatores de risco para a colelitíase
Idade: incomum em pessoas jovens, o risco de se desenvolver colelitíase (cálculo na vesícula) é 4x maior a partir dos 40 anos de idade.
Sexo: a pedra na vesícula é 3x mais comuns em mulheres, provavelmente como resultado da ação do estrogênio sobre a bile. Após a menopausa, o risco de desenvolver pedras cai bastante, tornando-se semelhantes ao dos homens.
Gravidez: o excesso de estrogênio durante a gestação aumenta a saturação da bile.
Reposição hormonal: outro mecanismo em que o estrogênio está envolvido.
Obesidade: é o principal fator de risco em jovens, principalmente do sexo feminino (leia: OBESIDADE | Definições e consequências).
História familiar positiva: ter parentes de 1º grau com história de pedras na vesícula aumenta em 2x o risco.
Rápida perda de peso: grandes perdas de peso em pouco tempo ou dietas com muito baixa caloria também são fatores de risco e estão associados ao surgimento de lama biliar.
Diabetes (leia: DIABETES MELLITUS | Sintomas, tipos e diagnóstico).
Cirrose (leia: CIRROSE HEPÁTICA - Causas e Sintomas).
Jejum prolongado: quanto maior o tempo da bile na vesícula, mais desidratada ela fica e maior o risco de formação de pedras. Jejum prolongado também pode causar lama biliar.
Medicamentos: Ceftriaxona, anticoncepcionais e fibratos são drogas que aumentam o risco de formação de pedras na vesícula.
Sedentarismo.
Doença de Crohn (leia: ENTENDA A DOENÇA DE CROHN E A RETOCOLITE ULCERATIVA).
Anemia falciforme (leia: ANEMIA FALCIFORME | TRAÇO FALCIFORME).
Sintomas de pedra na vesícula
A maioria das pessoas com pedras na vesícula não apresenta sintomas. As pedrinhas ficam lá dentro da vesícula, quietinhas, sem causar nenhum problema. Às vezes, são tão pequenas que saem junto da bile e acabam sendo eliminadas nas fezes, sem que o paciente tome ciência do fato.
Os sintomas começam a surgir quando a pedra torna-se maior que o orifício de saída da vesícula. Uma pedra grande pode ficar impactada na saída da vesícula biliar, impedindo a drenagem do restante da bile. Quando o paciente se alimenta, o estômago e o duodeno enviam sinais à vesícula avisando que está chegando comida, fazendo com que a mesma se contraia. O problema é que a saída está obstruída e a contração acaba gerando uma grande pressão dentro da vesícula, levando à típica dor da cólica biliar.
A cólica biliar é uma forte dor no lado direito do abdome, abaixo das costelas, que ocorre habitualmente após uma refeição. Quanto mais gordurosa for a alimentação, maior é o estímulo para contração da vesícula e, consequentemente, mais intensa é a cólica biliar. A dor em geral ocorre 1 hora após a refeição, momento em que o alimento começa a chegar ao duodeno. Depois que o alimento todo passa pelo duodeno, a vesícula relaxa, a pressão dentro dela diminui e a dor desaparece. A cólica biliar é, portanto, uma dor tipicamente associada à alimentação.
Em alguns casos o paciente apresenta múltiplos cálculos dentro da sua vesícula. Quanto maior o número de pedras, maior a chance de ocorrerem obstruções e sintomas.
Complicações possíveis do cálculo biliar
Colecistite
A colecistite é a inflamação da vesícula biliar que ocorre normalmente após obstrução frequente da mesma por uma pedra. A vesícula obstruída fica mais susceptível a infecções e inflamações. Bactérias naturais dos intestinos, como E.coli, Enterococo,Klebsiella e Enterobacter, costumam infectar a bile que fica estagnada dentro da vesícula obstruída, levando ao quadro de colecistite infecciosa. A colecistite (inflamação da vesícula) é, portanto, uma complicação da colelitíase (pedra na vesícula).
Ao contrário da cólica biliar onde a dor é limitada e desaparece após o relaxamento da vesícula fora dos períodos de alimentação, na colecistite a vesícula torna-se permanentemente inflamada e a dor é constante, estando habitualmente associada a vômitos e febre. Na colecistite a dor também pode piorar com a alimentação, mas não desaparece por completo com o jejum.
Curiosamente, cerca de 10% dos pacientes com colecistite não apresentam evidências de pedras na vesícula, não havendo causa aparente para o surgimento da inflamação.
E quando a pedra fica presa nas vias biliares?
Além da cólica biliar e da colecistite, a pedra na vesícula pode causar ainda outro problema. Alguns cálculos são pequenos o suficiente para sair da vesícula, mas são maiores que o diâmetro das vias biliares, ficando impactado nas mesmas, sem conseguir chegar ao duodeno. A impactação de uma pedra nos ductos biliares também causa obstrução à passagem da bile. Este quadro se chama coledocolitíase.
Quando há obstrução apenas da vesícula, a bile armazenada fica estagnada, mas a bile que continua sendo produzida no fígado consegue ser normalmente escoada pelas vias biliares. Por outro lado, quando a pedra impacta na via biliar, nem a bile do fígado nem a bile da vesícula conseguem ultrapassar a barreira. Esta bile represada volta para o fígado e começa a ser absorvida pelo sangue, levando a um quadro chamado icterícia, que é a coloração amarelada da pele e dos olhos devido ao acumulo de bilirrubina (bile) no sangue e na pele. A icterícia também ocorre em outras doenças do fígado, como hepatite e cirrose (leia: ICTERÍCIA | Neonatal e adulto).
Um quadro ainda mais grave surge quando a bile obstruída é contaminada por alguma bactéria vinda dos intestinos. Assim como a bile estagnada na vesícula pode se infectar causando a colecistite, a bile estagnada nas vias biliares quando contaminada provoca um quadro chamado colangite. A colangite é uma infecção grave das vias biliares, uma situação que costuma levar à sepse e tem alta mortalidade (leia: SEPSE / CHOQUE SÉPTICO).
Pancreatite por cálculo biliar
Um terceiro modo de obstrução causado por uma cálculo biliar é a impactação da pedra na saída do ducto do pâncreas. Neste caso, a pedra impede a secreção das enzimas do pâncreas, levando a um quadro de pancreatite aguda (leia: PANCREATITE CRÔNICA E PANCREATITE AGUDA).
Diagnóstico da pedra na vesícula
O exame inicial para o diagnóstico das doenças da vesícula e das vias biliares é a ultrassonografia. No paciente com dor abdominal o diagnóstico é feito em duas partes, primeiro identificamos a presença da(s) pedra(s) e depois tentamos saber se estas são a causa dos sintomas. Pedras na vesícula são muito comuns e nem toda dor abdominal pode ser atribuídas às mesmas. Muitas vezes o paciente tem uma gastrite, mas acaba culpando uma pedra assintomática pela sua dor. Tanto a cólica biliar quanto a colecistite possuem quadro clínico característico. Não basta achar uma pedra na vesícula para achar que o diagnóstico de qualquer dor abdominal estará feito (leia: DOR NA BARRIGA | DOR ABDOMINAL | Principais causas).
Exames como a cintilografia, ressonância magnética ou tomografia computadorizada podem ser úteis quando há dúvidas se existe inflamação ou não vesícula.
Tratamento da pedra na vesícula
Nos pacientes assintomáticos, que encontram uma pedra acidentalmente em exames de rotina, em geral, a conduta é expectante. Trabalhos mostram que menos de 15% das pessoas com pedras desenvolvem sintomas em um prazo de 10 anos. Além disso, a maioria dos pacientes que apresenta sintomas pelo cálculo biliar o fazem como cólica biliar, e não colecistite, colangite ou pancreatite. Portanto, a não ser que haja outros dados na história clínica, habitualmente não se leva à cirurgia pacientes com colelitíase assintomática.
Cirurgia de vesícula
Se o paciente apresenta sintomas da pedra, mesmo que somente cólicas biliares, a cirurgia está indicada. O tratamento mais comum nestes casos é a colecistectomia, retirada cirúrgica da vesícula. A colecistectomia pode ser feita por cirurgia tradicional ou por laparoscopia. Atualmente a cirurgia laparoscópica é a mais usada.
Nos casos de colangite, cálculos nas vias biliares ou pancreatite, o procedimento também é cirúrgico e visa a desobstrução das vias biliares. Após a desobstrução, retira-se também a vesícula no mesmo ato cirúrgico para evitar recorrências.
A vesícula é um órgão importante, mas não é vital. A maioria dos pacientes sem vesícula vive sem grandes problemas. Os principais sintomas que surgem após a retirada da vesícula são aumento dos gases e fezes mais amolecidas, principalmente após a ingestão de alimentos gordurosos.
Tratamento não cirúrgico do cálculo biliar.
Nos pacientes com pedras predominantemente de colesterol e sem evidências de complicações, há a opção pelo tratamento com remédios. Existe uma substância chamada ácido ursodeoxicólico, ou ursodiol, que dissolve este tipo de cálculo. Através da tomografia computadorizada muitas vezes é possível avaliar a composição das pedras e indicar o tratamento com remédios. O tratamento com esta droga é bem lento e pode durar anos até dissolver totalmente a pedra. Se o paciente estiver tendo cólicas biliares, este tipo de tratamento não está indicado, pois ninguém vai manter o paciente com dor por tanto tempo.
Existe ainda a opção pelo tratamento com ondas de choque (litotripsia), semelhante ao feito com o cálculo renal.
O grande problema do tratamento não cirúrgico é a alta taxa de recorrência das pedras. Mais de 50% dos pacientes voltam a apresentar pedras em um intervalo de 5 anos.
Cálculos formados pelo uso do antibiótico ceftriaxona costumam desaparecer espontaneamente algumas semanas após a suspensão do medicamento.
terça-feira, 26 de março de 2013
Dor de Estômago
O que é:
A dor de estômago é geralmente um sintoma de inflamação ou ferida na mucosa gástrica. A dor característica da gastrite pode se manifestar através de sintomas como a sensação de queimação ou pontadas agudas na região abdominal superior.
Uma das soluções para tentar acabar com este desconforto é utilizar um remédio caseiro para dor de estomago, como a batata, por exemplo. Caso não haja melhora do sintoma deve-se procurar um médico que poderá receitar um anti-ácido e uma dieta específica, atitudes importantes para eliminar a dor.
Causas da dor de estômago
As causas da dor no estômago podem ser de origem emocional, já que o stress, a ansiedade e a pressão emocional aumentam a acidez gástrica. A dieta rica em alimentos gordurosos, industrializados ou açucarados (dificultam a digestão), uso abusivo de anti-inflamatórios, tabagismo, alcoolismo e doenças infecciosas são outras causas comuns.
O que fazer para acabar com a dor de estômago
Para acabar com a dor de estômago recomenda-se tomar um anti-ácido como a ranitidina e um anti-espasmódico como o Buscopan, por exemplo e seguir uma dieta leve, à base de saladas, frutas e sucos de frutas não cítricas como melancia, melão ou mamão.
Se a dor de estômago for constante e se ela piora sempre depois de comer recomenda-se ir ao gastroenterologista para que ele avalie melhor a situação. Uma endoscopia digestiva será capaz de mostrar claramente se o indivíduo tem uma simples inflamação no estômago, gastrite ou até mesmo uma úlcera gástrica.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
O que é Dor de Ouvido?
Sinônimos: Otalgia; dor - ouvido; dor de ouvido
A dor de ouvido pode ser aguda, surda ou ardente em um dos ouvidos ou em ambos. A dor pode ser temporária ou constante.
Consulte também:
- Otite média
- Dor de ouvido de nadador
- Otite externa maligna
Considerações
Os sintomas de uma infecção no ouvido podem incluir:
- Dor no ouvido
- Febre
- Inquietação
- Choro contínuo
- Irritabilidade
Muitas crianças podem apresentar perda de audição leve e temporária durante e logo após uma infecção no ouvido. A perda de audição permanente é rara, mas o risco aumenta de acordo com o número de infecções.
Causas
A trompa de Eustáquio sai do ouvido médio de cada ouvido e vai até a parte posterior da garganta. Essa trompa drena o líquido que é produzido normalmente no ouvido médio. Se a trompa de Eustáquio for bloqueada, o líquido poderá se acumular. Isso pode provocar pressão atrás do tímpano ou uma infecção no ouvido.
A dor de ouvido em adultos tem menos chances de ser causada por uma infecção no ouvido. O que você identifica como dor de ouvido, pode ser, na verdade, originada em outro local, como na articulação temporomandibular, nos dentes, na garganta ou em outro local. Isso é chamado de dor "reflexa" ou "referida".
As causas da dor de ouvido podem incluir:
- Artrite da mandíbula
- Infecção do ouvido aguda
- Infecção do ouvido crônica
- Lesão no ouvido devido a alterações de pressão (grandes altitudes ou outras causas)
- Objetos inseridos no ouvido ou cera excessivamente acumulada
- Tímpano rompido ou perfurado
- Infecção nos seios da face
- Garganta inflamada com dor reflexa nos ouvidos
- Síndrome da articulação temporomandibular
- Infecção dentária
A dor de ouvido em crianças ou bebês pode ocorrer devido à infecção ou às seguintes causas:
- Irritação do canal auditivo causada por cotonetes
- Sabonete ou xampu acumulado no ouvido
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Vamos entender um pouco mais sobre a Dor de Garganta!
A Dor de Garganta, que é bastante recorrente para algumas pessoas, principalmente no frio, não é uma doença em si. Ela é apenas o sintoma de uma doença, que pode ser uma amigdalite, uma faringite ou até algo mais grave.
A amigdalite é a causa mais comum da dor de garganta. As amígdalas ficam na parte superior da garganta e servem para defender o organismo. Elas são cheias de pequenos buracos, chamados criptas, que servem para reter bactérias, vírus e fungos.

Só que o guardião do corpo também pode ser vítima dos agentes externos. Quando a pessoa fica fraca, com imunidade baixa, os vírus e bactérias podem causar inflamações da própria amígdala. A doença causada pela bactéria é um pouco mais pesada que a que o vírus provoca, conforme mostra o quadro ao lado. Como a doença é causada por um agente externo, o beijo na boca pode sim transmiti-la.
Algumas pessoas são mais propensas à amigdalite. Quando a doença é recorrente, as amígdalas sofrem uma alteração no formato, de tanto inchar e desinchar. Além dos poros, elas ficam com mais relevo, umas dobrinhas que facilitam o acúmulo de vírus e bactérias. É meio caminho andado para o surgimento de novas infecções.
No passado, a retirada das amígdalas era bastante comum. Hoje em dia, a operação ainda é feita, mas só quando a inflamação é muito recorrente – cinco vezes ao ano – e quando o inchaço é tão grande que dificulta a respiração.
O frio favorece o surgimento da inflamação porque diminui a defesa do organismo. Por isso, quem já tem propensão deve evitar hábitos como ficar com o cabelo molhado e consumir bebidas muito geladas. Durante a crise, não se deve tomar nada nem muito quente, nem muito frio.
O problema é mais recorrente nas crianças, o que pode ser explicado por quatro fatores. A amígdala em crescimento é naturalmente mais exposta ao risco de inflamação. O sistema de defesa delas ainda não está completamente desenvolvido e não é tão forte quanto o dos adultos. Além disso, ambientes como berçários e festas infantis facilitam a transmissão de vírus e bactérias. Por fim, elas também correm maior risco de ter refluxo, que é um agravante.

Um gargarejo de água morna e sal costuma aliviar a amigdalite. O processo tira secreção acumulada e o excesso de água que fica nas amígdalas durante a inflamação. Pastilhas normalmente servem apenas como analgésico e não atacam a doença em si.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Todo cálculo renal causa dor?
Quando o cálculo se encontra no parênquima renal é assintomático (não causa dor). Quando vai, porém, para a parte central do rim onde estão os tubos coletores, pelve renal e para os ureteres, pode provocar dor de forte intensidade. Esta dor é a cólica renal, que requer cuidados médicos imediatos.
O calculo renal também pode causar o bloqueio da passagem da urina, levando assim à dilatação a montante do sistema urinário, causando dor entre outros sintomas.
Contudo, alguns indivíduos têm cálculo renalsem dor ou com dor leve, o que é muito perigoso.
Alguns casos a pedra obstrui o ureter com pouca dor, que desaparece depois de algum tempo, apesar de ela não ter sido eliminada.
O calculo renal alojado no ureter determinando obstrução na via urinária, compromete o funcionamento do rim e pode provocar perda ou destruição do tecido renal.
domingo, 20 de janeiro de 2013
O que é cálculo renal?
A litíase, nefrolitíase, cálculo urinário ou pedra no rim, como são comumente conhecidos os cálculos renais, na verdade são uma desordem causada por uma estrutura cristalina que se forma nas várias partes do trato urinário. São depósitos organizados de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário. Estas pedras começam bem pequenas e vão crescendo.
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O desenvolvimento, o formato e a velocidade de crescimento destas estruturas dependem da concentração das diferentes substâncias químicas presentes na urina. Acredita-se que o crescimento dos cálculos renais pode ser acelerado por substâncias denominadas promotoras e retardado por substâncias ditas inibidoras. Cálculos renais constituídos por cálcio são os mais comuns. Alguns outros minerais normalmente encontrados são: estruvita, oxalato, ácido úrico. Comumente as pedras podem ser formadas por uma mistura destes elementos. Quando houver um excesso destes minerais no organismo, há uma tendência para que eles se depositem na urina. Em geral, o acúmulo de minerais que acabam se cristalizando ocorre devido a uma disfunção metabólica no organismo.
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sábado, 19 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Cuidado com a Dengue.
Nossa nesse tempinho de chuva tem muita gente que se descuida e causa o mosquito da dengue, gente vamos prestar atenção pois esta tento muitos casos!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Doe Sangue
Queria deixar um pedido aqui para todos, gente vamos dor sangue pois é muita gente que precisa!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Aids
Estava pesquisando pela internet e achei essa matéria, Se isso dar certo vai salvar muitas vidas
Estudo revela cura potencial da Aids
Um cientista australiano anunciou nesta quarta-feira (16) a descoberta de como fazer o vírus da Aids se voltar contra si próprio, evitando a pregressão da doença. Ele descreveu seu feito como um grande avanço na descoberta de uma cura para a Aids
como a saúde publica é ruim
O brasileiro sofre com uma das mais altas cargas tributárias do planeta. Em tese, isso lhe garantiria um atendimento de saúde universal e decente. Mas não. Só em sete capitais, mais de 170.000 pessoas terão de esperar até cinco anos por uma cirurgia não emergencial. Nos hospitais e pronto-socorros, mais filas e queixas quanto à qualidade do atendimento. O desafio do futuro presidente é tornar este sistema mais saudável.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Sempre trabalhei a noite e é cada coisa que acontece vou contar um pouquinho
Um dia eu sentada tomando café isso era meia noite conversando com uma amiga quanto me passa 3 pessoas todas de preto, e entrou no quanto de uma paciente que estava internada, olha pra minha amiga e fala pra ela que o horario de visita já tinha termina que ia ver o que estava acontecendo, quanto cheguei no quarto da paciente não avia ninguém e a paciente tinha acabado de morre!!!!
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